sábado, 3 de agosto de 2013

Leticia, Bruno e Lula

Era uma 6ª feira. Lui me ligou me chamando pra ir pra Búzios, com ele e com o Márcio. Não pude ir por conta do trabalho. Fiquei triste, não por ele ter ido, pois nosso casamento é baseado na liberdade e eu fico sempre feliz que ele viaje, e que faça um sexo de qualidade, mesmo sem mim. Mas fiquei triste por mim mesma: por perder uma viagem deliciosa, e por perder um sexo melhor ainda. Mas tudo bem... Tava com um projeto grande, não podia deixar passar. Voltei para casa de carro, de noite, dirigindo devagar. Chegando em casa, pensei em pedir alguma coisa para comer, já que eu não estava a fim de cozinhar. Meio tristinha. A casa vazia... Agora temos um gato, o Godofredo. Ele fica na redondeza, viaja em todas as casas... Hoje ele esteve comigo, ficou ronronando. Pedi uma pizza para mim e para o Godô. Resolvi comer no terraço, porque tava um dia quente. Eu já tinha tomado um banhozão e estava de calcinha e camiseta. E Godô, pedindo pizza. Eu ficava rindo e conversando com o gato, eis que vi Lula na sua varanda. Me acenou, eu acenei. Fez uma cara de dúvida querendo saber onde estava Lui. Eu fiz com a mão um avião: viajando. Eu sei ler lábios muito bem. E mímica melhor ainda. Portanto, eu conseguia compreender Lula sem som. - E o Lui? - Viajando, em Búzios. - Sozinha? - Sim. – e mostrei o Godofredo, meu companheiro de pizza. - Pecado... – ele murmurou. Eu soltei uma gargalhada. - Tá vendo só, Godofredo? Você não é NADA. Eu estou sozinha. O gato ficou sentido e caiu fora. Agora sim eu estava sozinha. Fiquei comendo pizza, distraída, pensando no Lui viajando, fodendo... Eis que toca o telefone. - Letícia, boa noite. - Quer dizer que a Leticia está sozinha, em plena 6ª feira... - Quem é? - O seu vizinho da frente. - Diga, Lula! Caraca, nem te reconheci! - E companhia pra pizza, quer? - Quero. O Godofredo vazou. - Godofredo? - O gato. - Ah, o gato. Serve um gato pançudo, mais pra coroa, mas que adora a esposa do amigo vizinho viajante? - Serve. Vem. - Tá... tou indo... mas... - Caralho, Aloísio. Vem ou não vem? - Vou, mas... - Mas o que? - Tou com um amigo. - Gostoso? - Safada! - Responde: gostoso ou não gostoso? - Sim! - Ótimo, traga o amigo. Menos de 10 minutos depois, tocou a campainha. - Oi Lê. - Oi Lula. - Oi gata. - Prefiro que me chame de Letícia. Sem gata, gostosa, etc. - Foi mal. - Qual teu nome? - Bruno. - Vocês bebem? O Lui não tá pra fazer a caipi, mas eu sei fazer também. - Lui? - Meu marido. - Opa, a moça é casada... e ele onde está? - Fodendo, quer dizer... viajando. Fomos pra cozinha fazer as caipirinhas. Eu não me intimidava, na frente de um estranho, estar só com uma calcinha, de algodão, pequena, e uma blusinha sem manga. Olhei de longe e vi o pau de Bruno endurecer, me vendo preparar a caipirinha com o Lula. “Vou provocar este cara”, pensei com os meus botões... Lula vinha vindo em minha direção, com um limão em cada mão. Encoxei ele na mesa da cozinha, tirando os limões da mão dele. Encostei meu corpo inteiro no dele, sem encostar as mãos, e beijei-o muito. Um beijo quente, melado e demorado. Quase pude ouvir Bruno gemendo. Olhei para ele, sorrindo, no meio do beijo. - Gostoso esse cara, né não, Bruno? - Delicioso. - Vocês se pegam? Lula: Sim! Bruno: Não! - Não sei porque, mas eu acredito no Lula, Bruno. Pode pegar. Meu marido também pega. Ver um homem dando o rabinho é a coisa mais deliciosa. Já tomando a caipirinha... - Puta que pariu, Letícia, mas tu é a mulher que eu desejaria ter. Caralho, gostosa pra cacete. E o filho da puta do seu marido ainda te deixa sozinha? - Ele foi foder, oras, se divertir. Faz ele muito bem. E deixou a casa pra eu me divertir também. - E ele te come direitinho? - Ô – respondeu Lula -, com um sorriso safado. Cheguei perto de Bruno, e tasquei-lhe um beijo na boca, com força. Tava achando ele muito abusadinho, não podia dar mole. O copo de caipirinha quase caiu no chão. Eu tive que segurar e dar pro Lula. Dar o copo, obviamente. - Podia ser melhor... - O que? - O beijo. Espero que o sexo compense. - Filha da puta... - Fala de novo? - Filha da puta?! - Gostoso... O sexo vai ser melhor... É só maltratar você um tiquinho que você fica bom. Viemos caminhando pra sala. Lula já estava só de cueca. Eu, só de calcinha. O pau dele enorme dentro da cueca, e ela molhada, mostrando que o pau estava babando. E eu era tarada em pau babando. Bruno se recostou na espreguiçadeira. Lula se recostou no sofá, sozinho. Eu deixei meu copo na mesinha de centro e me ajoelhei no chão. Comecei cheirando o pau de Lula, que estava pegando fogo, latejando. Ele queria tirar a cueca, mas eu adorava cheirar um pau assim. Os moços estavam do jeito que eu gosto: silenciosos. Só gemiam. Bruno já tinha se despido e estava só de cueca, com o pau para fora, se tocando. Mas ele estava atrás de mim e eu não conseguia vê-lo, só ouvi-lo. Fui tirando, lentamente, a cueca de Lula, que estava ensopada. O pau duplicou de tamanho e ficou pontudo, para cima. Não me agüentei e não consegui ser carinhosa, calma. Abocanhei aquela pica inteira, dentro da boca, mamando, babando, gemendo... Lula fodia a minha boca, sem encostar em mim. Fazia força contra o meu rosto, metendo a pica inteira. Eu babava... - Gostosa... puta... mama o meu cacete... E quanto mais ele pedia, mais eu obedecia. Realmente, mamar um pau era delicioso. Resolvi parar um segundo para dar uma chupada no seu saco, lamber o seu períneo e meter a língua no cú de Lula. Só uma metidinha... E voltei pro pau. Quando voltei, introduzi metade de um dedo naquele rabinho quente, que piscava pra mim. Em segundos, Lula jorrou leite na minha boca, na minha cara, soltando um gemido forte e desfalecendo em seguida. - Caralho, tu é foda, mulher. Eu ainda não tinha engolido o gozo de Lula e me aproximei, engatinhando, de Bruno, que estava hipnotizado. Abocanhei o pau dele cheio de gozo na boca. Ele levou um susto e deu um pequeno pulo para trás. Enquanto mamava o pau dele, ia engolindo o gozo de Lula. Mas ele sentiu o leite quente de outro macho na cabeça do seu pau. - Nossa, Letícia... Bruno era mais carinhoso. Eu chupava-o olhando para ele, nos olhos. Ele sorria, segurava o meu cabelo, fazia carinho no meu rosto, pegava nos meus peitos, me chamava para perto, para beijar a sua boca. E, por diversas vezes, ele pedia para eu parar, pois tinha a sensação de que ia gozar logo. Eu até parava de chupar. Mas não tirava a boca. Ficava com a pica paradinha, dentro de mim. E, naturalmente, o pau latejava. E um pau latejando na minha boca pede para ser chupado. E eu sou obediente! Acho que em menos de 10 minutos, Bruno gozou. Era muito leite. Quente, grosso, forte. Deve ter sido quase 1 minuto inteiro soltando porra. Um espetáculo. Bebi aquele leite todinho, e fui tomar uma golada de caipirinha. Acabei recostando, no sofá, próximo a Lula. Os dois machos ficaram cansados. E eu nem tinha começado a brincar. Liguei a televisão e coloquei um sonzinho ambiente calminho. Eu ainda estava de calcinha. Tirei-a e fiquei, no sofá, bem arreganhada. Um pé na perna de Lula e outro no braço do sofá. Bruno tinha ido à cozinha pegar mais gelo. Pedi um para mim, e ele me trouxe na boca. Fiquei passando o gelo, com a mão, no meu corpo. Nos meus peitos, na barriga, no umbigo, no rosto, na coxa, na virilha. Mas não passava pela buceta. Esta, fervia. Depois que o gelo inteiro derreteu, comecei a brincar, só com os dedinhos gelados, no meu grelo. Bruno, de longe; Lula, de perto, apenas me observavam. Os paus iam começando a ficar duros. Fiquei brincando, sozinha. E gemia, e me contorcia. Cruzei olhares com Bruno. - Vem... E ele veio, engatinhando, até mim. Me beijou, cheirou meu seio, chupou-os de leve, foi descendo... E eu já estava enlouquecida, antes dele chegar na buceta. Quando chegou, cheirou, e meteu a língua no grelo, vibrando enlouquecidamente. Sem sacanagem: gozei em segundos. Ele veio até mim, me beijou e... “quero mais!” ele disse. - Vem... de-va-gar... E começou a brincar com o meu grelo. Chupava, cheirava, tocava com o dedo, de leve, lambia, vibrava a língua. - Mete um dedinho? Ele meteu, devagarzinho. Bruno era alto e tinha os dedos nem grossos nem finos, mas loooongos... Meteu o dedo e foi no ponto certo. Será que ele sabia, ou foi de intuição? Tocou naquela esponjazinha onde fica o ponto G, e chupando meu grelo. Gozei muito rápido, litros. Lula estava ao nosso lado, olhando tudo, e se tocando. Bruno veio, me beijou, e foi relaxar um pouco. Do jeito que eu tava, morta de tanto gozar, veio Lula, na minha frente. Pegou minhas pernas, colocou meus calcanhares nos seus ombros, e cravou o pau inteiro na minha buceta. Me comia com força, com raiva. A pica de Lula era mediana, mas grossa. Devia ter uns 16, 17 cm, mas fazia uma presença. A cada metida, eu gemia mais alto. Ia gozar muito naquela pica. Como, de fato, aconteceu. Bruno veio para onde o Lula estava sentado, e me beijou a boca. - Come ele, come? - Eu? - Ué, quem mais? - Mete devagar, Bruno. Meu cú tá fechadinho – falava Lula, sem parar de me comer. Bruno era mais alto que Lula, se posicionou atrás dele, e meteu, vagarosamente, o pau naquele cú apertado. - Come direito, porra. Mete esta pica no meu cú, seu viadinho. Bruno ficou com raiva. Meteu com força aquele caralho inteiro no cú de Lula. Nestas horas, o pau dele latejava dentro de mim e eu gozava mais ainda... Lula se abaixava, me beijava, chupava os peitos, empinava a bunda e eu só ouvia o Bruno: - Toma! Toma! Engole minha pica com este rabo! Caralho, que cú mais apertado, delicioso! E eu quase morrendo de gozar de ser comida tão gostoso, com tanta raiva, e de ver dois machos assim, enganchados. Que delícia... A cada gozada, eu pedia mais pica. Na hora de gozar, Lula me deu o leite todo na cara, na barriga, na buceta. Ainda fiquei brincando com aquele gozo, com os dedos, lambendo-os... - Posso tomar um banho? - Tem a ducha da piscina lá fora, tem o banheiro aqui embaixo, e o meu, lá em cima, no quarto. - Vou na ducha na piscina. - E você, linda? Morta? - Quase. - Quase? – Bruno rindo. - E este pau, que não amolece? - Quer? - Agora! Abocanhei-o, dei uma chupada e senti o gosto do cú de Lula naquela pica... Com gosto de rabo de macho. - Mas quero você metendo, com carinho, assim ó. E fiquei de quatro, no sofá, com a bunda empinada para o alto. Se Lui tivesse visto essa cena, ia sair briga pra ver quem ia meter primeiro. Bruno levou, talvez, um minuto pra começar a meter. - Bruno? - Tou admirando... É quase uma peça rara... Lateja a buceta pra mim... E eu piscava a buceta, com força. Devagarzinho, Bruno meteu a pica. Metia a cabeça, e ficava ali, latejando, sem meter o resto do pau. Eu rebolava, fazia força do meu corpo contra o dele, e ele não se mexia. Só deixava o pau sentir a quentura da minha buceta. E aí, ia metendo devagar, centímetro por centímetro. - Tá gostoso? - Muito. - Quer mais? - Quero. - O sexo é melhor que o beijo? - Muuuuuuito melhor. - Gostosa... - Me come, vem... E ele metia a pica inteira, com pressão, mas com carinho. Passava a mão espalmada pelas minhas costas, puxava meu cabelo, de leve. E toma-lhe pica na buceta! 2 horas da manhã, e meu celular toca. Bruno se assustou. Eu, não. - Vai atender? - Lógico! - Quem é? - Meu marido. Imediatamente, Bruno tirou a pica de dentro da buceta. - Mandei você parar de me comer? Timidamente, ele meteu de novo... - Oi... amor... Tudo bem aí? Aqui, tudo ótimo... Uhum... (rindo). Uhum... (rindo). Foi? É? Gostosa ela? Comeu direitinho? Humm, me conta! Uhum... Meu goxxtoso... Eu...? Tou bem! Sozinha? Nãaao.... Então, Lula tá lá na piscina, morto. Tou ofegante, né? É o Bruno. É... amigo do Lula. Todinho na buceta, amor, todinho! Quer falar com ele? Pera, no viva voz... Pronto. - Oi... Lui. Tou sim. Comendo. Repetir? Tou comendo. Isso. Muito. Muito gostosa. Falar o que? Não... jamais. - O que é, Bruno? - Ele tá mandando eu falar que você é uma... - Fala, Bruno, fala. - Tua mulher é uma puta, Lui! Uma puta! (ele gritava). - Caralho, Bruno, mete esta pica inteira, mete! Com força! Deixa meu marido ouvir, anda... Quer, amor? Você quer que eu goze? Vem, Bruno! - Puta! Vagabunda! Piranha! Porra de buceta gostosa do caralho. Engole meu caralho! Toma esta pica inteira nesta buceta quente, toma! Caralho, Letícia... Isso, faz força contra meu pau. Nossa, que gozada deliciosa. Sinto teu leite todo na cabeça do meu pau, mulher. Porra, Lui, tua mulher é demaaa... Caralho, eu vou gozaaaa... Leticia, come... isso, empina esta bunda... - Fala, Bruno. Fala o que eu sou, anda... Ouve meu marido gemendo... - Tu é uma vadia. Você, Letícia, é uma pu-ta!!!!!!! Gozamos juntos, os três. Cai desfacelada no sofá. Bruno ao meu lado. - Lui? Amor? Tá aí? Todo gozado, é? Eu também queria que você estivesse aqui... Você ia adorar o Bruno. Descrever? Alto, branco. Meio tímido. Beijo na boca péssimo. Mas sexo perfeito. Carinhosinho. Mas obediente. Quando é pra meter com raiva, ele mete. Comeu o cú do Lula. Ah, porra, Lui, vai comer uma buceta aí, caralho. Te conto no domingo, quando você voltar. E aí eu te conto daquele jeito, com você me comendo, tá? Tá bem, te amo também. Me conta amanhã das tuas fodas? Chupa a buceta dela por mim e traz na língua pra mim, quando voltar, ok? Beijo, amor. Os dois moços dormiram comigo, aqui em casa, e ainda fodemos muito, até o dia amanhecer. Assinado : Letícia

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